Agosto: mês de rezar por todas as vocações na construção de uma cultura vocacional

Tema:    “Seguir Jesus a luz da fé”

 Lema: “Sei em quem acreditei” (2Tm 2,12).

 A Igreja no Brasil celebra todos os anos durante o mês de agosto, o Mês Vocacional e os quatro domingos já contam com sugestões de oração, que foram elaboradas pela Pastoral Vocacional do Brasil em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Este ano, a temática é “Seguir Jesus a luz da fé” e o lema: “Sei em quem acreditei” (2Tm 2,12).

 “O objetivo principal é animar e reanimar as comunidades, paróquias e dioceses que rezem pelas vocações de forma especial incentivando as orações e promovendo as vocações em cada realidade e da sua maneira”, destaca o coordenador nacional da Pastoral Vocacional, padre Elias Aparecido da Silva.

 Nesse contexto, cada domingo do mês de agosto é dedicado à celebração de uma determinada vocação.

No primeiro, celebra-se sacerdócio e os ministérios ordenados;

 no segundo, o matrimônio junto à semana da Família;

 no terceiro, a vida consagrada, e por fim,

 no quarto, a vocação dos Leigos

Todos os anos durante o mês de agosto, a Igreja no Brasil celebra o ‘Mês Vocacional’ e cada domingo é dedicado à celebração de uma determinada vocação. Este ano, a temática é “Seguir Jesus a luz da fé” e o lema “Eu sei em quem depositei a minha fé”.

"Vocações existem, elas precisam ser despertadas”, afirma bispo referencial da pastoral Vocacional da CNBB, dom José Roberto Palau.

 O portal da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) conversou com o bispo auxiliar de São Paulo (SP) e referencial da Pastoral Vocacional, dom José Roberto Fortes Palau, sobre os principais aspectos do mês dedicado as vocações.

 Por que celebrar o mês Vocacional?

O mês de agosto é um mês temático, então, no primeiro domingo celebramos o dia do padre, a vocação ao ministério presbiteral. No segundo domingo, nós celebramos o dia dos pais, a vocação a paternidade, a família. No terceiro domingo, celebramos a vocação a vida consagrada, os religiosos e religiosas e no quarto domingos celebramos o dia do catequista, o serviço prestado a igreja por todos os batizados nos mais variados ministérios. Por isso, no mês de agosto focamos as diversas vocações que existem na igreja.

 O que as vocações representam na vida dos cristãos, e de que forma eles devem vivenciar esse tema?

 Todos nós cristãos, todos nós batizados somos chamados a servir a Igreja na evangelização. O papa Francisco tem insistindo muito numa ‘Igreja em saída’, uma Igreja evangelizadora, que dá testemunho do Evangelho de Cristo. Por isso, que todas as vocações são importantes, de tal forma, que nós também nos santificamos na nossa vocação. Então, quem é chamado a vocação a vida familiar se santifica vivendo o evangelho numa vida de família, no seu ambiente de trabalho, se santificando. E aquele que é chamado a uma vocação mais específica, por exemplo, a vida consagrada, busca a santidade servindo como consagrado. De tal forma que todos nós colaboramos para o crescimento e a santidade da Igreja.

 Como o tema das vocações deve ser trabalhado nas comunidades? 

Todo mês de agosto nós fazemos um trabalho vocacional nas comunidades. Nós temos um subsídio preparado pelo Setor de Vocações e Ministérios da CNBB, que as comunidades têm a oportunidade de ter esse material em mãos, e durante todo mês de agosto fazer reflexões sobre as mais diversas vocações que existem na Igreja. Então, por ser um mês temático a gente procura trabalhar a questão vocacional de modo muito particular a vocação à vida consagrada. Vocações existem, elas precisam ser despertadas. Nós precisamos de padres, religiosos e religiosas para servir à Igreja e agosto é um mês especial para despertar essas vocações na Igreja.

Fonte: portal.cnbb.org.br

Encontro vocacional da Província Brasil Centro da SVD - Maio de 2018

5º Congresso Missionário Americano (CAM 5)

“Devemos, como Igreja, ter um reconhecimento institucional da mulher por sua presença, por seu amor”

 O presidente das Pontifícias Obras Missionárias da Bolívia e coordenador geral do 5º Congresso Missionário Americano (CAM 5), dom Eugenio Scarpellini, fez uma avaliação geral do congresso na última coletiva de imprensa concedida nesta sexta-feira, 13, aos jornalistas da imprensa católica que cobriram os cinco dias do evento. Destacando a acolhida dos visitantes pelas famílias, o envolvimento das paróquias de Santa Cruz de la Sierra, anfitriã do CAM 5, e toda a organização do Congresso, dom Scarpellini disse que a Igreja na América está no caminho proposto pelo papa Francisco de tornar a Igreja sempre mais missionária.

 “Somos uma Igreja que quer caminhar no estilo do papa Francisco, uma Igreja em saída, atenta em viver da missão como tal”, disse o bispo, que é também secretário geral da Conferência Episcopal da Bolívia. “O congresso é um ambiente de festa e, ao mesmo tempo, um ambiente que quer aprofundar o tema da missão”, sublinhou. Em sua opinião, o congresso não foi apenas espiritual, mas algo encarnado que tocou na realidade vivida pelo continente americano. “Houve temas relacionados com a fé, mas também com a vida do povo, com pobreza e injustiça em nosso continente”.

 Com mais de três mil pessoas participando, segundo dom Scarpellini, o CAM 5 teve a participação de 2650 missionários entre congressistas, conferencistas e convidados, além de 140 pessoas em comissões especiais e mais 400 voluntários. Entre os participantes, majoritariamente de leigos e leigas, estiveram 190 religiosas, 130 seminaristas, 450 presbíteros 95 bispos.

 Primeiras conclusões foram apresentadas na celebração de envio

 O 5º Congresso Missionário Americano (CAM 5) concluiu no sábado, em frente ao monumento de Cristo o Redentor, na cidade de Santa Cruz. Nos cinco dias de CAM 5, os participantes provenientes de 25 países da América refletiram sobre a importância da missão e evangelização na periferia.
Na abertura da celebração, foi realizada a leitura das primeiras conclusões do CAM 5, formando um documento com 11 propostas de conversão missionária para a Igreja na América, com os seguintes títulos:
1. Educar na alegria do Ressuscitado e das bem-aventuranças;
2. Ir ao encontro do “outro” nas periferias do mundo;
3. Fomentar o conhecimento da Bíblia e dos Evangelhos;
4. Promover comunidades de vida missionária;
5. Promover a comunhão de bens na Igreja e com os pobres;
6. Promover a reconciliação em todas as áreas da vida;
7. Fomentar a consciência da missão profética e libertadora em todas as áreas sociais;
8. A evangelização da família como chave cristã para a transformação social e cultural;
9. Potenciar uma Igreja missionária mais ministerial e leical;
10. Promover e cuidar das vocações para a vida sacerdotal e religiosa;
11. Celebrar a fé e a religiosidade popular como chave missionária.

 A íntegra do documento com as conclusões do CAM 5, publicado originalmente em língua espanhola, está sendo traduzido para o português e em breve estará disponível no site das POM.

 Brasil marca presença no CAM 5

 Pe. Maurício Jardim, diretor nacional das POM, fala sobre a comunhão do CAM 5 com o mês missionário extraordinário, convocado pelo Papa Francisco para outubro de 2019, motivando a Igreja a ser mais missionária.

 Vídeo 

 

Logotipo do Sínodo da Amazônia é divulgado

Criação é do artista baiano Aurélio Fred

 Durante a apresentação do Documento Preparatório do Sìnodo da Amazônia, a REPAM- Brasil, divulgou o logotipo do evento. A criação é do artista baiano Aurélio Fred, do Ateliê 15.

Arte elaborada no Brasil e aprovada para uso na Amazônia

 

 “A base para a logo é uma folha, que nos aponta para toda a biodiversidade presente na Amazônia. O movimento dela também nos lembra o fogo, uma chama, que é ação do Espírito agindo neste momento da história na Igreja e na Amazônia. A folha, por sua vez, não tem um traçado simples que aponta para uma única direção, mas traz a trama de uma cesta indígena, recordando a cultura das populações tradicionais, a força, o trabalho e o sentido de unidade. Unidade, aqui, de toda a Pan-Amazônia, lembrada nas cores das bandeiras dos países que a compõem, não tendo uma cor ou bandeira que prevaleça sobre a outra. No centro, um rio que une toda a região, com seus afluentes e bacias, símbolo também do caminho, motivação do tema do Sínodo, e que passa pela cruz, nossa identidade de Igreja e de cristãos”.

O logotipo do Sínodo para a Amazônia obteve a aprovação da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, em Roma, e será utilizado para a difusão do material de divulgação do evento e do Documento Preparatório no território amazônico.

Fonte: http://signis.org.br/noticias/igreja/15-06-2018/logotipo-do-snodo-da-amaznia-divulgado

CNBB promove o 6º Encontro Nacional da PASCOM

Encontro encerrou-se na manhã do último Domingo (22) em Aparecida (SP).

Cerca de 500 agentes de pastoral estiveram reunidos no 6º Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação (Pascom)

 Encerrou-se, no último Domingo (22), no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, em Aparecida (SP), o 6º Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação (Pascom).

 O evento reuniu mais de 500 agentes de pastoral reunidos desde a quinta-feira (19) para refletir sobre as relações entre a Igreja e a Comunicação e contou com a presença de professores, doutores e especialistas como Irmã Joana Puntel, Irmã Helena Corazza, Elson Faxina, Moisés Sbardelotto.

 Em sua conferência, a irmã Joana T. Puntel, pós doutora em Comunicação, irmã Paulina, graduada em Jornalismo, mestrado em Comunicação pela Universidade Metodista de S. Paulo – Umesp, doutorado em Comunicação pela Simon Fraser University (Vancouver, Canadá) e pós-doutorado pela The London School of Economics and Political Science (Londres, Inglaterra), falou sobre “O caminho da Comunicação na Igreja.

 A religiosa destacou a importância de se discutir a identidade da Pastoral da Comunicação, em especial sobre os seus princípios, “que não envelhecem, mas se revestem para se adaptarem à nossa realidade.” De acordo com a irmã Joana, algumas questões precisam ser refletidas para que se possa realizar um bom serviço de comunicação. A formação, segundo ela, não pode resumir-se em como preparar-se para obter habilidade técnica. “É necessário revisitar e pensar sobre como sermos presença para anunciarmos com ética a verdade de Jesus Cristo”, afirmou. Já sobre a organização e planejamento a irmã defende que é necessário que se leve adiante descoberta das técnicas, mas também sendo presença para levar a Boa Nova.

 Já Dom Leomar Brustonlin, bispo auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre (RS), abordou a importância da qualidade do conteúdo que se gera e se compartilha através das redes sociais, sobre o conteúdoque seja capaz de transformar a sociedade através da fé.

 Para Dom Leomar, é necessário comunicar-se com as pessoas de fora de Igreja e não somente as de dentro. Para isso, é necessário atenção com a linguagem que usamos, que pode fazer muito sentido para quem pertence à Igreja, mas comunica pouco para quem é de fora. Ele afirmou que é preciso abandonar a pastoral de manutenção e assumir uma pastoral missionária.

 Moisés Sbardelotto, mestre e doutor em Ciências da Comunicação, retomou alguns aspectos do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil.

 Em sintonia com o que foi dito pelos demais palestrantes, Sbardelotto falou da importância de um estilo cristão-católico de comunicar. “Não é o conteúdo que nos define como comunicadores católicos, mas como a informação se transforma em experiência de vida”, afirmou.

 Para Sbardelotto, a pluriculturalidade do Brasil é um desafio e uma riqueza para os comunicadores. O Diretório aponta três sujeitos importantes que devem estar presentes neste estilo cristão-católico de comunicar: povos e culturas; Igrejas e religiões; pobres e periferias. “Se vivemos uma experiência de fé, bonita e louvável dentro dos nossos templos, mas não prestamos atenção na carne de Cristo do lado de fora, a nossa comunicação não está atenta a essa verdade. A missão essencial é essa, o serviço aos pobres. Não só para ouvi-los, mas para usá-los como conteúdo das nossas comunicações, para que eles sejam sujeitos da comunicação e participem dos nossos processos comunicacionais”, alertou.

 O 6º Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação (Pascom) encerrou com a celebração eucarística que aconteceu na Basílica e contou com a presença de Dom Darci José Nicioli, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

 Fonte: http://signis.org.br

 

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04-08-2018 Notícias da Igreja

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26-07-2018 Notícias da Igreja

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26-07-2018 Notícias da Igreja

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