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Pe. Nicolau João Bakker, svd.
Foto/fonte: acervo do autor.

O presente artigo é fruto de uma preocupação angustiante: para onde irão as Igrejas do Brasil depois do inesperado susto do mensalão e do petrolão? Ao apoiar, ao menos parcialmente, um regime político “da Esquerda”, a Igreja errou ou acertou? Qual o caminho daqui para frente? Uma teologia pública deve limitar-se a discussões de cunho mais acadêmico, ou deve abrir pistas concretas no terreno sempre escorregadio das relações entre Igreja e esfera pública? O artigo inicia tecendo um quadro sintético da atual conjuntura política do país, apresentando, além dos fatos principais, também um ensaio interpretativo. Em seguida busca, no passado da tradição cristã, algumas lições que ainda hoje são significativas para uma teologia pública em fase de elaboração. Finalmente coloca o respeito à “religiosidade” humana como um fator de primordial importância para justificar a ação política em qualquer uma das esferas públicas.

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