Ano Mariano
2016-2017
As 7 lições de liderança do Papa Francisco

Muito além da religião, Francisco nos trouxe uma nova perspectiva de liderança, mostrando a cada dia com suas palavras e principalmente com...

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(Em homenagem ao Irmão Ivo)

Morreu, há pouco tempo, o nosso irmão Ivo, representante e animador da dimensão JUPIC na província. Tendo sido coordenador desta mesma dimensão por diversos anos, gostaria de dedicar a ele este pequeno texto.

Justiça, Paz, e Integridade da Criação, não são apenas prioridades da Congregação; são prioridades da Igreja. Trata-se da dimensão que, de acordo com Ad Gentes e Lumen Gentium, mais fielmente traduz o que vem a ser “missão” no contexto concreto dos nossos dias. A missão, em última instância, não é nossa, mas de Deus. O renomado missiólogo verbita dos EUA, Stephen Bevans, diz com belas palavras: “Não é propriamente a Igreja que envia homens e mulheres em missão, mas é o próprio Deus que envia a Igreja ao mundo” (cf. Studia Instituti Missiologici svd, 2016, p. 20). A Igreja não tem finalidade em si mesma. Jesus pediu aos/às discípulos/as que fossem uma “luz no mundo” e é nesta perspectiva que fala do reinado de Deus e da “vida plena” que veio oferecer.

Até aqui, tudo bem. Todos/as costumamos concordar quando os conceitos são apresentados de forma genérica, mas apenas no concreto as coisas recebem sua fisionomia própria e aí nem sempre gostamos. Há muitas maneiras diferentes de pôr em prática a dimensão Jupic. Qual o mundo em que nossa luz deve brilhar? Olhamos para o nosso mundo de formas muito diferentes, dependendo do lugar e do tempo em que nos encontramos. Simplificando um pouco as coisas poderíamos dizer que, no tempo de Santo Arnaldo Janssen, o mundo, especialmente o mundo “pagão”, era visto como o grande palco da idolatria e da infidelidade onde as almas corriam perigo. O mundo como tal não estava em foco. Em grande número, homens e mulheres foram enviados em missão, não para se dedicar à construção de um mundo melhor, mas para “afastar as trevas do paganismo” e, assim, “levar as almas todas para o céu”, como rezávamos até tempos muito recentes.

I Quando a dimensão Jupic ainda era inexistente

Hoje, embora o essencial fique de pé, não há mais verbita, serva, ou leigo/a, que pense daquela forma. De Santo Arnaldo para cá, muitas águas passaram por baixo da ponte, no mundo e no Brasil. Os primeiros missionários e missionárias que vieram para cá estranhariam muito se alguém lhes falasse da proposta Jupic. Algo então impensável. A proposta pastoral da Igreja do Brasil estava perfeitamente alinhada com a proposta pastoral “vaticana”. Em REB 262/06, o grande historiador eclesiástico, Riolando Azzi, oferece um belo perfil da época. Desde o Concílio de Trento (1545/63), as prioridades pastorais são pautadas pela “Contra-reforma Católica”, guiada por três princípios básicos: centralização (“Roma locuta, causa finita”), clericalização (o laicato sob tutela do clero) e espiritualização (não importa o mundo, o corpo, mas a alma). Na vida paroquial, entre nós, o “modelo irmandade”, onde os leigos fazem a festa, é substituído pelo “modelo pia sociedade” (ainda hoje muito presente nas nossas paróquias) onde quem comanda é o clero. A preocupação social estava inteiramente ausente? Muito pelo contrário! Por ser inerente à espiritualidade cristã, ela está e estará sempre presente, mas com fisionomia própria conforme época e lugar. Especialmente na nossa Província do Norte, como no Brasil em geral, vimos uma grande preocupação com a educação, preferencialmente das classes dirigentes. Via-se este como o grande “caminho de salvação” para o país. E, nas paróquias, alguma forma de assistência social estava sempre presente.

II Os germes iniciais da dimensão Jupic

Preocupação com os pobres, os doentes e os desafortunados foi sempre um foco essencial na tradição judaico-cristã. Em épocas de menor fervor caritativo, ou de novos e desafiadores questões sociais, surgem homens e mulheres que retomam os passos de Jesus. Vejam, por exemplo, Basílio de Cesareia (†379), Francisco de Assis (†1226), São Vicente de Paulo (†1660), Luisa de Marillac (†1660) ou mesmo, nos nossos dias ainda, uma Tereza de Calcutá (†1997). A palavra-chave, em todos estes períodos, é: assistir, socorrer, ajudar. Simplesmente não se concebe outra forma de ir ao encontro dos desvalidos. Por isso, não cabe aí a palavra “jupic”. Mas algo novo surge já com Frederico Ozanam (†1853) quando este, como o mais jovem professor da Sorbonne de Paris, começa a sonhar com uma “nova França” e um “novo catolicismo”. Juntamente com o conde de Montalembert e os padres Henri Dominique Lacordaire e Felicité de Lamennais funda o jornal “L´Avenir” para lembrar aos franceses que não basta a mera assistência social (até hoje as conferências vicentinas, propagadas por Ozanam, constituem a maior “ONG” de beneficência a nível mundial), mas que é preciso mudar o contexto sócio-político da sociedade para que a pobreza tenha fim.

A semente lançada por estes primeiros desbravadores foi duramente combatida pela Cúria Romana, mas ela renasce, com maior vigor ainda, no século seguinte com a “escola de Saulchoir” e a “nouvelle théologie” do dominicano Marie-Dominique Chenu (†1990) e muitos outros. Nas décadas anteriores ao Vaticano II (1962/65), a Europa inteira é sacudida por uma busca incessante de renovação nas mais diversas áreas: bíblia, liturgia, theologia e, também, na área social. Os famosos “padres operários franceses” (do qual o último ainda vive na diocese de Santo André) simbolizam o momento, lutando por justiça social no mundo do trabalho. Gaudium et Spes do Vaticano II (complementado por Populorum Progressio) assume plenamente esta nova consciência eclesial. Para haver fidelidade ao Evangelho, nenhuma “realidade terrestre” deve ficar de fora da atenção da Igreja. Não basta assistir, é preciso transformar. Ainda não se ouve falar em jupic, mas o seu germe já está claramente presente.

III A Jupic na Província: uma pequena retrospectiva

    3.1 O Vaticano II traz um clima favorável para a Jupic na Província Brasil Centro

A Igreja do Brasil, nos tempos ao redor do Concílio, não deixa de ser atingida pelos novos ventos conciliares, porém, ainda não possui voz própria (com exceção de alguns bispos muito ligados à “Igreja dos Pobres”, como Dom Helder Câmara). Na sociedade brasileira, no entanto, cresce um novo pensar independente da Europa. Surge, primeiro na Academia e depois nos movimentos sociais, a “teoria da dependência”, da qual um dos ícones é o ex-presidente Fernando Henrique Cardozo. Os países em desenvolvimento vivem numa eterna “dependência” (econômica, política e cultural) dos países desenvolvidos. Uma periferia frente ao centro. Aos países centrais interessa manter esta relação. Por isso, chegou a hora de lutar por um desenvolvimento autônomo, pensado e articulado a partir da própria realidade. Muitas “reformas de base” seriam necessárias. Lembro que esta era uma palavra-chave quando estudava teologia em Santo Amaro, de 1961 a 1964. Nesta perspectiva houve diversos encontros de estudantes de teologia na época (um dos quais no nosso seminário).

    3.2 Década de 1960: O nascimento do conceito Jupic.

Na década de 1960, de fato, a Igreja do Brasil (e da América Latina), com base nesta nova postura eclesial e social, deu uma guinada e tanto. No centro das atenções não está exclusivamente o pobre, o desvalido, mas antes a própria situação ou estrutura de pobreza a ser superada. Impunha-se não apenas uma nova sociedade, mas também uma nova Igreja. No Vale do Ribeira, então ainda uma região pastoral da Diocese de Santos (mas aonde a svd, pela sua forte presença, dá o tom), a situação é particularmente desafiadora. Em 1968 surge o Documento de Medellin, e Gustavo Gutierrez lança sua “teologia da libertação”, mas nós todos, muito unidos porém isolados no litoral paulista, nos perguntávamos: o que fazer de concreto? Lembro que deslanchamos a “campanha do filtro” (contra a onipresente verminose), mas, no geral, ainda ficamos presos à assistência social (os EUA até ajudavam com a “aliança para o progresso”!). Ainda assim, a Jupic estava aí. Já nasceu. Só faltava batizá-la e consagrar-lhe o nome.

    3.3 Década de 1970: a Província toda acolhe a Jupic (ainda não batizada)

O novo clima pastoral da Igreja do Brasil (e da Província) se tornou mais visível no Vale do Ribeira. Na década de 1970 se consolidam as CEBs em toda a (agora) Diocese, embora, verdade seja dita, alimentadas geralmente mais por uma religiosidade popular tradicional do que por uma espiritualidade verdadeiramente “libertadora”. Muitas lideranças leigas, além de irmãs religiosas, assumem, no entanto, a causa popular juntamente com verbitas e seculares. A oposição à ditadura militar (com a guerrilha de Lamarca na área!) é geral. Paulo Freire ajuda a pensar uma nova metodologia de educação popular e cursos de alfabetização são organizados. Plínio de Arruda Sampaio, o grande homem da FAO (da ONU), ajuda na formação de lideranças rurais. Surge uma forte “pastoral de conjunto”, com ação planejada. Este vigor pastoral se faz sentir também em outras regiões da Província. Antigas paróquias consolidadas são entregues e prioriza-se a periferia. Na nossa nova Paróquia de São Marcos (Parque São Rafael), por exemplo, são feitas campanhas fortes de apoio aos metalúrgicos do ABCD em greve. Um novo país está em gestação. Grandes figuras da CNBB fazem ouvir sua voz profética. Puebla (1979) consagra o nome: Comunidades Eclesiais de Base. Uma nova dinâmica faz a Igreja fervilhar e a Província está junto. Jupic é isso.

    3.4 Década de 1980: A Jupic recebe plenos direitos de cidadania

Não me lembro bem quando se começa a falar em Jupic na Província e na Congregação. Em todo o caso, na década de 1980 ela já tem seus direitos de cidadania plenamente conquistados. Jupic é uma dimensão prioritária em toda a Província. Isto não quer dizer que esteja muito visível em todos os lugares. A tradição, em alguns lugares, se impõe mais do que a renovação. Os planos nacionais da CNBB, contudo, já desde a década de 1970, dão claramente prioridade às pastorais sociais. Vive-se, na prática, a teologia da libertação. De modo especial a CRB, com base numa leitura bíblica renovada, impele os religiosos e as religiosas a uma inserção cada vez maior na realidade popular. Cada paróquia, região pastoral e diocese tenta implementar tudo isso a seu próprio modo, dentro das viabilidades locais. No Vale do Ribeira, por exemplo, acontece a luta contra as barragens e as centrais nucleares, além da defesa dos quilombolas, pescadores e do meio ambiente. Mas surge, nesta década, também uma sombra. Roma olhou para a Igreja do Brasil sempre com grande desconfiança. Como papa, João Paulo II, tendo continuidade depois com Bento XVI, impõe um severo controle, entre outros, sobre a nomeação de novos bispos e sobre a orientação dada nos seminários. O Pe. Libânio SJ, com sua alta sensibilidade teológica e pastoral, dá o primeiro alerta: a nova marca da Igreja é “a volta à grande disciplina”. No final da década de 1980 sinto os primeiros sinais no ITESP. Os estudantes de teologia já não “vão para a rua” tão facilmente como antes. A Jupic, no entanto, continua a marca registrada da Igreja do Brasil.

    3.5 Década de 1990: a “Jupic das lideranças”

A Jupic, na década de 1990, com o refluxo das pastorais sociais claramente visível, se torna uma espécie de “Jupic das lideranças”. Deixando de ser uma prioridade nos planejamentos diocesanos começa a faltar “clima” para um envolvimento mais insistente. Com a consolidação da democracia no país e o esforço cada vez maior para conquistar um governo realmente popular, muitos/as militantes cristãos/ãs vão para o campo político, ou para as “ONGs” que, independentes da Igreja, vivem uma fase áurea. Numa ânsia muito forte para manter o embalo, e o apoio da Igreja, as lideranças partem para uma “articulação” mais efetiva. Surgem por toda a parte grandes encontros de formação, organização e manutenção de uma “mística” apropriada. Sendo coordenador da Jupic nesta época ajudo a organizar significativos encontros unindo também verbitas, servas e leigos/as militantes dos nossos diferentes campos de trabalho: Ponta Grossa (1997), Borda do Campo (1999), Barra Mansa (2001), a nível nacional, e, a nível latino americano: S. Paulo (1992), Porto Rico (Argentina, 1994), Santiado do Chile (1996) e Cochabamba (1998). A assessoria é sempre a melhor possível. O encontro latino-americano de 2000 foi cancelado por pressão da coordenação zonal. Um certo “receio institucional” (verbita) já se faz presente. Cresce na província também a percepção de que as diversas dimensões prioritárias atuam de forma demasiadamente isolada e que é preciso buscar uma maior integração. 3.6 De 2000 para cá: os “sobreviventes” da Jupic

A “nova evangelização”, sonhada por João Paulo II, já está firmemente estabelecida no início do novo milênio. Ela foge de qualquer “exagero” libertador. Na verdade, a própria teologia da libertação também já havia ampliado seu foco, agora fortemente, para os aspectos culturais e ecológicos da missão cristã. Aos poucos, o “clero”, de forma geral, se retrai da complexa e difícil questão sócio-transformadora (apesar do esforço excepcional de entidades como a Verbo Filmes e a Bíblia Verbo!). A dinâmica das CEBs começa a sofrer de uma forte anemia. As “intereclesiais” nacionais das CEBs, realizadas desde 1975, têm, em 2000, apenas 40 bispos participantes, o menor número histórico. As pastorais sociais quase não aparecem mais nos planejamentos da CNBB e também as ONGs perdem em vitalidade. Ficam de pé as grandes articulações nacionais, ou estaduais, como é o caso das CEBs, Fé e Política, Grito dos Excluídos, entre outros, mas a nível local pouca coisa expressiva acontece. Também no Vale do Ribeira onde sempre tivemos nossa ação mais forte (como província), o trem da Jupic vai parando. Sobram os poucos “sobreviventes” que ainda tentar levantar alguma bandeira. Irmão Ivo, especialmente por sua luta permanente junto aos quilombolas, é um típico exemplo destes sobreviventes, daí porque dedico a ele este texto. Há uma pergunta generalizada no ar: daqui para frente, qual a Igreja que queremos afinal?

IV Em busca de um caminho para o futuro

Prever o futuro é sempre bem mais difícil do que analisar o passado. Importante para a Província é dar-nos conta que Jupic não é apenas uma dimensão verbita. Ela é uma dimensão da Igreja toda. Por isso, a dinâmica da “nossa” Jupic dependerá em boa parte do contexto eclesial. E a verdade é que, sob ponto de vista institucional (fator de muito maior peso do que costumamos avaliar), a Igreja do Brasil parou no tempo. As forças mais vivas se encontram entre os religiosos e as religiosas. De fato, em sua Carta Apostólica às Pessoas Consagradas (2014), o papa Francisco faz do “testemunho profético” a característica essencial da Vida Religiosa, dizendo: “a nota característica da vida religiosa é a profecia”, e “um religioso deve jamais renunciar à profecia” (2.2). Também o atual Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica observa que o “algo especial” da Vida Consagrada está intimamente ligada à “linha profética” (cf. Carta Circular aos Consagrados e Consagradas, 2014, nº 1). O que nos cabe fazer então no atual contexto eclesial?

Gostaria de apresentar uma experiência da qual participei em Diadema. Sem dúvida apenas uma entre muitas outras possibilidades. Reunindo um pequeno grupo de lideranças “sobreviventes”, num momento de grande preocupação com a violência no bairro, chegamos à conclusão que o melhor seria tentar juntar todos os grupos existentes na área e lutar juntos pelos interesses da população. Para mim, a partir das reflexões nacionais acerca da caminhada das CEBs, das pastorais sociais, das ONGs, e das Campanhas de Fraternidade (feitas desde 1964!) estava claro que esta “rede” a ser criada devia ser suprapartidária e suprarreligiosa. Também estava convencido que deveríamos organizar não uma articulação muito ampla (que, geralmente, reúne apenas as maiores lideranças já super conscientizadas e mobilizadas), mas uma bem menor, formando novas lideranças a partir dos grupos e pastorais locais (associações de bairro, organizações populares diversas, grupos vicentinos, pastoral da criança, etc.), reunindo uma área não muito maior do que algumas paróquias. Nosso grande desafio pastoral no momento é fazer a Jupic funcionar ao nível mais básico, isto é, em cada paróquia ou (preferencialmente) pequena região. Sem Jupic, nossas paróquias deixam muito a desejar, pois trata-se de um elemento essencial da mensagem cristã (e, particularmente, da Vida Religiosa Apostólica). Assim, acabamos formando em Diadema um “fórum” de aproximadamente 30 entidades, sem dúvida sendo a maior força proveniente dos representantes das nossas próprias comunidades (cada uma indicando um ou dois representantes para o fórum) e pastorais sociais. Como dizem certas camisetas populares: “com gente pequena, fazendo coisas pequenas, muda-se o mundo”. Durante 7 anos, o fórum organizou ao menos um expressivo seminário anual nas áreas de saúde, segurança, educação e limpeza pública (nestas horas o povo todo é convidado), sempre apresentando às autoridades municipais e metropolitanas as principais reivindicações populares (preparadas com especialistas e sondagens nos bairros). Acaba de ocorrer também a “sexta caminha ecológica” na área. Sem dúvida um sinal bem visível da dimensão Jupic na ação verbita e na ação da Igreja. O importante não é esta experiência. Muitas outras poderiam ser feitas, desde que a partir da realidade existente. São muito diversas as nossas realidades. Hoje, nós, verbitas, temos também origens culturais muito diversas. Isto não é apenas riqueza, é também um desafio. O recentemente realizado “1º Simpósio Anthropos” em Juiz de Fora (2016) insistiu na necessidade de uma formação bem mais aprimorada para os muitos “neomissionários” que chegam ao país. Nada mais fácil do que logo “cair” numa realidade paroquial nem sempre a melhor possível. A Igreja, a pastoral, a missão entre nós deve ter cor latino-americana. Apenas uma formação adequada permite ao neomissionário apropriar-se desta cor, para depois poder enriquecê-la com sua própria riqueza cultural. Sem dúvida um desafio a ser melhor equacionado na Província. As quatro dimensões que chamamos de “prioritárias” serão, de fato, apenas prioritárias quando – de forma mais integrada – estiveram presentes nas nossas paróquias e/ou atividades. Obrigado, irmão Ivo, pelo exemplo.

Pe. Nicolau
São Paulo 05/12/2016

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